Contra a dengue

A Thermic vai intensificar o combate ao mosquito transmissor da dengue na empresa. Com o apoio da Cipa (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes), uma equipe de colaboradores vai fiscalizar semanalmente todos os setores em busca de possíveis
criadouros. Em casa, é preciso fazer o mesmo para evitar que o mosquito se reproduza. Fique atento às dicas de combate ao mosquitos e ao sintomas da doença:

Safra: 1 bi de litros de etanol

As vendas de etanol pelas unidades produtoras da região Centro-Sul totalizaram 1,09 bilhão de litros na primeira quinzena de março de 2015, sendo 1,05 bilhão de litros destinados ao mercado interno e apenas 40,21 milhões de litros para a exportação. No mercado doméstico, as vendas de etanol anidro alcançaram 364,18 milhões de litros nos primeiros quinze dias de março deste ano, contra 378,32 milhões de litros no mesmo período do ano anterior.

As vendas de hidratado direcionadas ao mercado interno, por usa vez, apresentaram volume recorde na primeira quinzena de março deste ano, com 681,57 milhões de litros comercializados pelas unidades produtoras do Centro-Sul – valor 50,54% superior aquele registrado em igual período do ano anterior (452,76 milhões de litros).

Cabe ressaltar que apenas na safra 2010/2011 foi comercializado volume diário de etanol hidratado superior ao registrado na primeira quinzena de março de 2015 no Centro-Sul do País.

Produção safra 2014/2015

A moagem da safra 2014/2015 até 16 de março de 2015 totalizou 571,05 milhões de toneladas, com uma produção de 31,97 milhões de toneladas de açúcar, 10,78 bilhões de litros de etanol anidro e 15,34 bilhões de litros de etanol hidratado.

A produção acumulada da safra 2014/2015 apresentou um leve crescimento nesta quinzena devido as 6 unidades produtoras que não encerraram a moagem da safra anterior.

Produção safra 2015/2016 (safra nova)

Além das seis empresas que não interromperam o processamento de cana-de-açúcar na entressafra, 14 unidades produtoras do Centro-sul já iniciaram a produção da safra 2015/2016. Essas empresas encerraram a moagem da safra 2014/2015 em dezembro de 2014 e iniciaram as operações da safra 2015/2016 no final de fevereiro ou no início de março deste ano.

Com isso, a moagem acumulada de cana-de-açúcar da safra 2015/2016 até o final da primeira quinzena de março alcançou 1,24 milhão de toneladas, com a produção de 23,19 mil toneladas de açúcar e 57,57 milhões de litros de etanol, sendo 4,89 milhões de etanol anidro e 52,68 milhões de hidratado.

Brasil fica com 96% do etanol

O aumento da mistura de etanol anidro na gasolina, de 25% para 27,5%, e a previsão de queda na exportação de açúcar, provocada pela alta do dólar e desvalorização do real, são indicativos de que a safra da cana-de-açúcar em 2015/2016 deve ser ainda mais alcooleira que nos últimos anos, principalmente para atender à demanda do mercado interno.

O primeiro balanço divulgado pela União das Indústrias de Cana-de-Açúcar (Unica) já aponta que 96% do total de etanol produzido pelas usinas da região Centro-Sul na primeira quinzena de março, cerca de 1,05 bilhão de litros, foram destinados ao próprio país. Para a exportação foram destinados pouco mais de 40 milhões de litros.

Em relação ao etanol anidro, as vendas sofreram queda de 3,8%: até 16 de março foram vendidos 364 milhões de litros pelas unidades produtoras do Centro-Sul, contra 378 milhões no mesmo período do ano passado. Por outro lado, o volume de vendas dohidratado foi maior, passando de 452 milhões para 681 milhões de litros comercializados – crescimento de 50,5%.

“Está muito difícil fazer previsão no cenário atual, mas a gente espera uma safra outra vez mais alcooleira. Nós estamos esperando, no geral, uma safra não muito maior. Então, esseetanol, seja anidro ou hidratado, vai sair do açúcar“, afirmou Manoel Ortolan, presidente da Associação dos Plantadores de Cana do Oeste do Estado de São Paulo (Canoeste).

A entidade reúne 2,1 mil produtores de cana na região de Ribeirão Preto (SP) e deve colher cerca de 10,78 milhões de toneladas de cana, 9% a mais que a safra passada, quando foram produzidas 9,8 milhões de toneladas. “A expectativa, em função da forma como o canavial está, é de que tenhamos uma safra de números parecidos”, disse Ortolan.

Etanol anidro

A Unica ainda não divulgou as projeções oficiais para a safra 2015/2016. Entretanto, o diretor técnico da entidade, Antônio de Pádua Rodrigues, estima um aumento na demanda por etanol anidro em torno de 1 bilhão de litros, provocado pelas recentes mudanças na política de combustíveis no Brasil, entre elas a redução tributária do ICMS sobre o etanolem Minas Gerais, a elevação do PIS/Cofins na gasolina e o retorno da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide).

“Mas isso também depende de variáveis como o crescimento do ciclo Otto nos próximos 12 meses, se vai aquecer 2% ou 3%, o poder de renda do consumidor, a venda de veículos, o crescimento do PIB, a reação do mercado de etanol hidratado, principalmente em Minas Gerais, um estado que tem a segunda maior frota do país”, afirmou Rodrigues.

O diretor da Unica explicou ainda que a alta da demanda não significa, necessariamente, aumento de produção. Isso porque, segundo ele, a safra 2015/2016 começa com excedente de etanol anidro nas usinas “muito acima do necessário”. Além disso, a expectativa é de que o Brasil exporte 400 milhões de litros a menos do produto esse ano, o que aumenta a oferta interna.

“Apesar de o câmbio ter desvalorizado o real e aumentado o preço competitivo da exportação, ainda não existe arbitragem positiva para exportar o mesmo volume de anidroque exportamos na safra passada. Então, se por um lado a demanda pode aumentar em 1 bilhão de litros, a oferta interna pode ser metade disso”, afirmou.

Exportação

Com cotação em queda nas bolsas internacionais, o açúcar também deve ser exportado menos na safra 2015/2016, tornando o etanol mais rentável ainda. Pelo menos essa é a projeção do setor, caso o cenário atual se estenda por muito tempo. Rodrigues afirmou que, por enquanto, a desvalorização do real contrapõe a baixa de preços no exterior, mas a oferta de açúcar deve ser menor no Centro-Sul.

“No médio prazo, pode causar um efeito enorme, mesmo porque, a desvalorização do real foi muito maior do que a da moeda da Tailândia e da China, por exemplo. Mas, agora, oetanol está mais rentável do que o açúcar, até por conta do aumento da mistura de anidrona gasolina, que vai exigir um pouco mais desse produto internamente”, afirmou Rodrigues

Ovos de chocolate

Para comemorar a Páscoa, a Thermic entregou ovos de chocolates a todos os colaboradores. A distribuição foi feita nas duas unidades operacionais da empresa.

ANIVERSÁRIO – Thermic comemora 22 anos de história

A Thermic chega aos 22 anos com muitas histórias para contar. Uma delas é a nossa própria história contada em imagens. Momentos de desafios, superação e conquista que fizeram a diferença entre a empresa da década de 90 e a Thermic de hoje: mais moderna, competitiva e referência no mercado sucroalcooleiro. O mês é de festa, comemoração e orgulho para todos os colaboradores. Além de bolo e refrigerante, a Thermic entregou um brinde para cada colaborador.

Volta de impostos ajuda etanol

A União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) avaliou de forma positiva a retomada da cobrança da Cide e de PIS/Confins sobre a gasolina e o diesel, anunciados no dia 19 de janeiro, pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy. No dia seguinte, a direção da entidade concedeu uma entrevista coletiva para manifestar seu posicionamento sobre as medidas.

A cobrança da Cide será de R$ 0,10 sobre o litro da gasolina e de R$ 0,05 sobre o do diesel. Já o PIS/Cofins passa a ser de R$ 0,12 por litro da gasolina e de R$ 0,10 sobre o diesel. “A Cide é menor do que pode chegar, mas é uma sinalização importante”, disse a presidente da Unica, Elizabeth Farina. “A questão do PIS/Cofins vai na mesma direção de estabelecer uma diferença tributária que melhora a competitividade do etanol“, acrescentou.

Elizabeth Farina lembrou que essa diferenciação no regime tributário era uma reivindicação que a indústria de cana vinha fazendo ao governo. No entanto, evitou precisar o real peso das medidas. Segundo ela, ainda depende de fatores como o comportamento do mercado e a própria política de preços que a Petrobras vai adotar.

Em nota divulgada ainda na segunda-feira (19/1), a petrolífera informou que Cide e PIS/Cofins serão repassados para o preços da gasolina e do diesel nas refinarias. Diante disso, em princípio, a Unica acredita em um aumento da gasolina nas bombas. O diretor Técnico, Antonio de Padua Rodrigues, avalia que nem distribuidoras nem postos vão querer diminuir suas margens. A saída, então, será o repasse para o consumidor.

“Acontecendo isso, pode haver uma mudança na paridade com a gasolina, tornando oetanol mais atrativo. Será mais vantajoso usar etanol“, afirmou Padua. De acordo com ele, as usinas têm estoques para abastecer o mercado até o fim de abril “com oportunidade de preços melhores”.

Mais à frente, Padua enxerga a possibilidade de uma próxima safra (2015/2016) ainda mais alcooleira e também de maior renovação dos canaviais. O efeito seria percebido na safra 2016/2017, que deve ter “um canavial mais novo que os atuais”. O deste ano está quase pronto para a colheita, lembrou o diretor Técnico.

A Unica considera como necessária a renovação de pelo menos 18% das lavouras a cada ano. No entanto, diante da atual situação econômico-financeira do setor, esse índice tem ficado abaixo. “O plantio depende do clima e da situação financeira das companhias. Se houver um clima mais apropriado para plantar e se a empresa tiver um pouco mais de caixa, pode retomar a renovação dentro da média histórica”, disse Padua.

Investimentos

Apesar da avaliação positiva, a direção da Unica ainda considera prematuro falar em retomada dos investimentos e da atividade de usinas de açúcar e etanol. Segundo Elizabeth Farina, ainda é preciso uma melhor percepção sobre a estabilidade e a previsibilidade das medidas anunciadas para o setor de combustíveis.

“Primeiro é preciso reverter o fechamento de usinas e ter uma política com mais previsibilidade. A diferenciação tributária vai na direção certa, mas não é uma política para o setor. Nossa agenda continua”, ressaltou, acrescentando que ainda pretende discutir com o governo a retomada da alíquota integral da Cide sobre a gasolina.

Para ela, é preciso “enxergar de uma forma mais clara na política governamental” a matriz energética e, dentro dela, o papel do etanol. Elizabeth lembrou que o setor também discute o posicionamento da eletricidade de biomassa nos leilões de energia. A indústria reivindica tratamento diferenciado em relação a outras fontes, como a eólica. Na visão da Unica, a participação de diversas fontes em um mesmo leilão desequilibra a concorrência.

A presidente da entidade informou que a direção da entidade deve se reunir com o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, para discutir assuntos relacionados ao setor. E informou ter se reunido recentemente com a ministra da Agricultura, Kátia Abreu. “Nossas negociações com o governo vêm de tempos com os Ministérios. E aos poucos vamos conversando com os novos ministros”, disse

ROUPA NOVA – Brigada da Thermic recebe novo uniforme

Os brigadistas da Thermic começaram 2015 com roupa nova. O uniforme foi reformulado e agora tem mangas e colarinho na cor vermelha e leva um brasão de combate a incêndio na parte da frente. Os voluntários da brigada também receberam treinamento para atuação em casos de prevenção e combate a incêndio, além de noções de primeiros socorros.

Exemplo

Há quase nove anos na Thermic, Bruno Godoi é um dos 25 brigadistas voluntários e já teve sua primeira prova de fogo. Ele ajudou a socorrer um motociclista acidentado em uma rodovia dias depois de passar pelo curso oferecido pela empresa. Foi hora de colocar em prática o que aprendeu. “A emoção de ajudar a salvar uma vida não tem preço. Os procedimentos de massagem cardíaca e respiração foram importantes para levar o acidentado vivo ao hospital”, conta Bruno. “Nossos brigadistas estão preparados para atuar de forma segura e eficiente”, acrescenta o técnico de segurança do trabalho da Thermic, Luiz Geraldo Vitorino.

 

Carnaval seguro

O Ministério da Saúde lança para este Carnaval a campanha “Sem camisinha nem pensar”. De acordo com as estatísticas, 45% da população sexualmente ativa do Brasil não usou preservativo nas relações sexuais nos últimos 12 meses, por isso, a Thermic apoia essa ideia.

Antes de cair na folia neste Carnaval, não se esqueça de pegar os preservativos
que serão entregues nos pátios das unidades. Além disso, fique atento às dicas de testagem, que serão distribuídas junto às camisinhas, e, se der positivo, inicie o tratamento
imediatamente. Previna-se!

Venda de combustível cresce 5%

O volume de vendas de combustíveis no Brasil cresceu 5,3% em 2014 na comparação com o ano anterior. O dado foi divulgado hoje (10) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), durante seminário em sua sede, no centro da cidade do Rio de Janeiro.

O diesel, que responde por mais de 40% do mercado de combustíveis do Brasil, cresceu 2,5%, atingindo 60 bilhões de litros no ano passado. As vendas de gasolina (que respondem por outros 30% do mercado) cresceram 7,1% e atingiram 44,3 bilhões de litros.

Outros combustíveis com crescimento foram: etanol hidratado (10,5%), gás liquefeito de petróleo, ou gás de cozinha (1,26%), óleo combustível (24,1%) querosene de aviação (3,4%) e biodiesel (16,4%). O gás natural veicular, conhecido como GNV, teve queda de 3,23%.

“Esse crescimento acima do PIB [Produto Interno Bruto, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país] mostra o forte vigor do consumo de combustíveis no país”, disse o diretor da ANP, Florival Carvalho.

Os dados do mercado de combustível em 2014 mostram que o Brasil aumentou em 9,8% sua dependência da importação de diesel. O país precisou importar 10,8 bilhões de litros no ano passado. Houve também recuo de 67,5% da exportação de etanol brasileiro. A venda do biocombustível do país para outros países caiu de 2,9 bilhões de litros em 2013 para 946 milhões em 2014.

Por outro lado, houve uma redução de 28,2% da importação de gasolina no período. O Brasil importou 1,8 bilhão de litros no ano passado.

Outro dado mostrado pelo balanço da ANP foi o crescimento de 5,5% do número de agentes envolvidos no comércio de combustíveis, que passaram de 108 mil em 2013 para 114 mil em 2014, um crescimento principalmente concentrado no número de revendedores de GNV.

Segundo o diretor, o crescimento da venda de combustíveis bem como o aumento, em dezembro de 2014, da produção de petróleo (18,4% na comparação com 2013) e gás (16,6% no mesmo tipo de comparação) mostram que o mercado é promissor para este ano, apesar das denúncias de corrupção envolvendo a Petrobras. “O que temos é uma crise instalada em uma empresa, que a Polícia Federal, o Ministério Público e a Justiça estão apurando para penalizar aqueles que têm culpa e absolver os inocentes”, disse o diretor.

Etanol é a melhor opção

O longo período de estiagem registrado este ano, que afetou severamente a produção da cana-de-açúcar, contribuiu também para a piora na qualidade do ar no Estado de São Paulo, que atingiu seu pior índice desde 2007, segundo dados recentemente divulgados pela Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo). O grande vilão que agravou ainda mais o quadro de poluição no Estado foi a emissão de dióxido de carbono (CO2) e outras partículas por veículos automotores.

Desde que a Cide (Contribuições de Intervenção no Domínio Econômico) foi zerada no preço da gasolina, em 2011, houve um aumento no consumo do combustível fóssil e o etanol, uma fonte de energia mais limpa e renovável, perdeu competitividade e a preferência dos consumidores na hora de abastecer.

Produzido a partir de fonte limpa e renovável, a cana-de-açúcar, as vantagens ambientais do etanol sobre a gasolina com ganhos inclusive à saúde pública são amplamente reconhecidas como a melhora na qualidade do ar, particularmente em regiões metropolitanas. Diversos estudos comprovam que o etanol de cana reduz as emissões de gases causadores das mudanças climáticas em até 90% quando comparado com a gasolina.

Graças a esse índice, o biocombustível brasileiro é o único etanol produzido em larga escala do mundo considerado ‘avançado’ pela Environmental Protection Agency (EPA), a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos.

Segundo o consultor em Emissões e Tecnologia da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), Alfred Szwarc, de março de 2003, quando os veículos bicombustíveis foram introduzidos no Brasil, até hoje, o uso do etanol nos veículos flex da frota brasileira já evitou a emissão de aproximadamente 240 milhões de toneladas de CO2, o que corresponde a três anos de emissão deste gás por um país do porte do Chile.

Trabalho desenvolvido por equipe de médicos e especialistas da Universidade de São Paulo (USP), liderado pelo professor Paulo Saldiva, concluiu que o uso do etanol combustível nas oito principais regiões metropolitanas do Brasil tem sido responsável pela redução de quase 1.400 mortes e mais de 9.000 internações anuais ocasionadas por problemas respiratórios e cardiovasculares associados somente ao uso de combustíveis fósseis. Trata-se de uma economia de R$ 430 milhões por ano para o sistema de saúde pública e privada.

Mais vantagem para o consumidor

Além disso, o etanol hidratado está economicamente interessante para os consumidores de diversos municípios do Estado de São Paulo, segundo dados da Agência Nacional de Petróleo (ANP) compilados pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), no período de 9 a 15 de novembro.

O preço do litro do etanol nos postos do Estado pode variar de R$ 1,47 (mínimo) até R$ 2,90 (máximo), enquanto o litro da gasolina pode ser encontrado de R$ 2,45 (mínimo) a R$ 2,80 (máximo).

O que mais chama atenção é a paridade entre os combustíveis, que é obtida a partir da divisão do preço do etanol hidratado pelo preço da gasolina ao consumidor. Se este resultado ficar em até 70%, pode-se considerar que o consumo de etanol é economicamente mais viável em relação à gasolina. Na cidade de São Paulo, por exemplo, a paridade entre o preço médio dos combustíveis está em torno de 64%.

Apesar desta competitividade em relação à gasolina, aproximadamente 40% da frota flex do Estado ainda não está abastecendo com etanol hidratado. Segundo o diretor técnico da União da Indústria de Cana-de-Açúcar, Antonio de Padua Rodrigues, a melhoria na qualidade do ar está também nas mãos dos proprietários de carros flex que hoje não utilizam o etanol. “Se todos abastecessem com o biocombustível, haveria uma grande redução nas emissões de CO2 e outras partículas, fato que só traria melhoras ao meio ambiente e à saúde pública.

Campanha incentiva o consumo

Há dois meses, a UNICA lançou uma nova fase da campanha publicitária do Etanol. Com o slogan “Coloca Etanol, o combustível completão”, já utilizado nas fases anteriores da campanha e que intensifica o posicionamento do biocombustível e seus inúmeros benefícios, a estratégia de comunicação é composta por um filme de 30” para TV aberta e a cabo, patrocínio de programas de televisão e rádio, jingle marcante, ações online e presença em redes sociais.

Focada principalmente no Estado de São Paulo, a campanha tem como objetivo reforçar os impactos positivos do etanol para a economia e o meio ambiente, incentivar seu consumo e relembrar aos consumidores as vantagens e os benefícios do biocombustível.