ROUPA NOVA – Brigada da Thermic recebe novo uniforme

Os brigadistas da Thermic começaram 2015 com roupa nova. O uniforme foi reformulado e agora tem mangas e colarinho na cor vermelha e leva um brasão de combate a incêndio na parte da frente. Os voluntários da brigada também receberam treinamento para atuação em casos de prevenção e combate a incêndio, além de noções de primeiros socorros.

Exemplo

Há quase nove anos na Thermic, Bruno Godoi é um dos 25 brigadistas voluntários e já teve sua primeira prova de fogo. Ele ajudou a socorrer um motociclista acidentado em uma rodovia dias depois de passar pelo curso oferecido pela empresa. Foi hora de colocar em prática o que aprendeu. “A emoção de ajudar a salvar uma vida não tem preço. Os procedimentos de massagem cardíaca e respiração foram importantes para levar o acidentado vivo ao hospital”, conta Bruno. “Nossos brigadistas estão preparados para atuar de forma segura e eficiente”, acrescenta o técnico de segurança do trabalho da Thermic, Luiz Geraldo Vitorino.

 

Carnaval seguro

O Ministério da Saúde lança para este Carnaval a campanha “Sem camisinha nem pensar”. De acordo com as estatísticas, 45% da população sexualmente ativa do Brasil não usou preservativo nas relações sexuais nos últimos 12 meses, por isso, a Thermic apoia essa ideia.

Antes de cair na folia neste Carnaval, não se esqueça de pegar os preservativos
que serão entregues nos pátios das unidades. Além disso, fique atento às dicas de testagem, que serão distribuídas junto às camisinhas, e, se der positivo, inicie o tratamento
imediatamente. Previna-se!

Venda de combustível cresce 5%

O volume de vendas de combustíveis no Brasil cresceu 5,3% em 2014 na comparação com o ano anterior. O dado foi divulgado hoje (10) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), durante seminário em sua sede, no centro da cidade do Rio de Janeiro.

O diesel, que responde por mais de 40% do mercado de combustíveis do Brasil, cresceu 2,5%, atingindo 60 bilhões de litros no ano passado. As vendas de gasolina (que respondem por outros 30% do mercado) cresceram 7,1% e atingiram 44,3 bilhões de litros.

Outros combustíveis com crescimento foram: etanol hidratado (10,5%), gás liquefeito de petróleo, ou gás de cozinha (1,26%), óleo combustível (24,1%) querosene de aviação (3,4%) e biodiesel (16,4%). O gás natural veicular, conhecido como GNV, teve queda de 3,23%.

“Esse crescimento acima do PIB [Produto Interno Bruto, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país] mostra o forte vigor do consumo de combustíveis no país”, disse o diretor da ANP, Florival Carvalho.

Os dados do mercado de combustível em 2014 mostram que o Brasil aumentou em 9,8% sua dependência da importação de diesel. O país precisou importar 10,8 bilhões de litros no ano passado. Houve também recuo de 67,5% da exportação de etanol brasileiro. A venda do biocombustível do país para outros países caiu de 2,9 bilhões de litros em 2013 para 946 milhões em 2014.

Por outro lado, houve uma redução de 28,2% da importação de gasolina no período. O Brasil importou 1,8 bilhão de litros no ano passado.

Outro dado mostrado pelo balanço da ANP foi o crescimento de 5,5% do número de agentes envolvidos no comércio de combustíveis, que passaram de 108 mil em 2013 para 114 mil em 2014, um crescimento principalmente concentrado no número de revendedores de GNV.

Segundo o diretor, o crescimento da venda de combustíveis bem como o aumento, em dezembro de 2014, da produção de petróleo (18,4% na comparação com 2013) e gás (16,6% no mesmo tipo de comparação) mostram que o mercado é promissor para este ano, apesar das denúncias de corrupção envolvendo a Petrobras. “O que temos é uma crise instalada em uma empresa, que a Polícia Federal, o Ministério Público e a Justiça estão apurando para penalizar aqueles que têm culpa e absolver os inocentes”, disse o diretor.

Etanol é a melhor opção

O longo período de estiagem registrado este ano, que afetou severamente a produção da cana-de-açúcar, contribuiu também para a piora na qualidade do ar no Estado de São Paulo, que atingiu seu pior índice desde 2007, segundo dados recentemente divulgados pela Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo). O grande vilão que agravou ainda mais o quadro de poluição no Estado foi a emissão de dióxido de carbono (CO2) e outras partículas por veículos automotores.

Desde que a Cide (Contribuições de Intervenção no Domínio Econômico) foi zerada no preço da gasolina, em 2011, houve um aumento no consumo do combustível fóssil e o etanol, uma fonte de energia mais limpa e renovável, perdeu competitividade e a preferência dos consumidores na hora de abastecer.

Produzido a partir de fonte limpa e renovável, a cana-de-açúcar, as vantagens ambientais do etanol sobre a gasolina com ganhos inclusive à saúde pública são amplamente reconhecidas como a melhora na qualidade do ar, particularmente em regiões metropolitanas. Diversos estudos comprovam que o etanol de cana reduz as emissões de gases causadores das mudanças climáticas em até 90% quando comparado com a gasolina.

Graças a esse índice, o biocombustível brasileiro é o único etanol produzido em larga escala do mundo considerado ‘avançado’ pela Environmental Protection Agency (EPA), a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos.

Segundo o consultor em Emissões e Tecnologia da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), Alfred Szwarc, de março de 2003, quando os veículos bicombustíveis foram introduzidos no Brasil, até hoje, o uso do etanol nos veículos flex da frota brasileira já evitou a emissão de aproximadamente 240 milhões de toneladas de CO2, o que corresponde a três anos de emissão deste gás por um país do porte do Chile.

Trabalho desenvolvido por equipe de médicos e especialistas da Universidade de São Paulo (USP), liderado pelo professor Paulo Saldiva, concluiu que o uso do etanol combustível nas oito principais regiões metropolitanas do Brasil tem sido responsável pela redução de quase 1.400 mortes e mais de 9.000 internações anuais ocasionadas por problemas respiratórios e cardiovasculares associados somente ao uso de combustíveis fósseis. Trata-se de uma economia de R$ 430 milhões por ano para o sistema de saúde pública e privada.

Mais vantagem para o consumidor

Além disso, o etanol hidratado está economicamente interessante para os consumidores de diversos municípios do Estado de São Paulo, segundo dados da Agência Nacional de Petróleo (ANP) compilados pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), no período de 9 a 15 de novembro.

O preço do litro do etanol nos postos do Estado pode variar de R$ 1,47 (mínimo) até R$ 2,90 (máximo), enquanto o litro da gasolina pode ser encontrado de R$ 2,45 (mínimo) a R$ 2,80 (máximo).

O que mais chama atenção é a paridade entre os combustíveis, que é obtida a partir da divisão do preço do etanol hidratado pelo preço da gasolina ao consumidor. Se este resultado ficar em até 70%, pode-se considerar que o consumo de etanol é economicamente mais viável em relação à gasolina. Na cidade de São Paulo, por exemplo, a paridade entre o preço médio dos combustíveis está em torno de 64%.

Apesar desta competitividade em relação à gasolina, aproximadamente 40% da frota flex do Estado ainda não está abastecendo com etanol hidratado. Segundo o diretor técnico da União da Indústria de Cana-de-Açúcar, Antonio de Padua Rodrigues, a melhoria na qualidade do ar está também nas mãos dos proprietários de carros flex que hoje não utilizam o etanol. “Se todos abastecessem com o biocombustível, haveria uma grande redução nas emissões de CO2 e outras partículas, fato que só traria melhoras ao meio ambiente e à saúde pública.

Campanha incentiva o consumo

Há dois meses, a UNICA lançou uma nova fase da campanha publicitária do Etanol. Com o slogan “Coloca Etanol, o combustível completão”, já utilizado nas fases anteriores da campanha e que intensifica o posicionamento do biocombustível e seus inúmeros benefícios, a estratégia de comunicação é composta por um filme de 30” para TV aberta e a cabo, patrocínio de programas de televisão e rádio, jingle marcante, ações online e presença em redes sociais.

Focada principalmente no Estado de São Paulo, a campanha tem como objetivo reforçar os impactos positivos do etanol para a economia e o meio ambiente, incentivar seu consumo e relembrar aos consumidores as vantagens e os benefícios do biocombustível.

Vídeo Institucional da Thermic marca final de 2014 e início de novo ano

Durante festa de confraternização dos colaboradores em dezsembro, a Thermic lançou vídeo institucional sobre a importância da transformação para o crescimento no mercado sucroalcooleiro e a valorização da qualidade do serviço como referência no setor. Durante a festa, a Thermic sorteou diversos presentes para os colaboradores e serviu um delicioso almoço. A Banda Preto Básico animou o encontro.  Veja as fotos e assista ao vídeo:

 

Thermic entrega material escolar

A Thermic vai distribuir  82 kits com material escolar para os filhos dos colaboradores que frequentam a escola e também para o próprio colaborador matriculado em um instituição de ensino. A ideia é proporcionar economia para o bolso do trabalhador.

Os kits estão distribuídos de acordo com a faixa de idade. Caderno, giz de cera, cola, canetas, borracha, tesoura e lápis de cor são os itens que compõem os kit infantil. A economia para o bolso do colaborador pode chegar à R$ 50.

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Unica defende etanol nos EUA

A União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA) enviou na quarta-feira (15/10) e na quinta (16/10), duas cartas formais ao Conselho de Qualidade do Ar da Califórnia (California Air Resources Board – CARB), manifestando-se a respeito das novas metodologias para calcular os Efeitos Indiretos do Uso da Terra (ILUC) dos diferentes tipos de biocombustível e também da avaliação da disponibilidade de biocombustíveis para suprir o Programa Californiano de Padrão de Combustíveis de Baixa Emissão de Carbono (Low Carbon Fuel Standard – LCFS).

A primeira carta apresenta considerações sobre as mudanças no cálculo dos impactos indiretos da mudança do uso da terra associada a expansão da produção de etanol de cana-de-açúcar do Brasil, sob o ponto de vista de emissões de gases causadores do efeito estufa. Duas metodologias para calcular o ILUC dos diferentes biocombustíveis foram propostas, e a UNICA apresentou argumentos técnicos defendendo a abordagem que reduz as emissões indiretas de CO2, causadas pela expansão da cana no Brasil em cerca de 20% da proposta apresentada no inicio de 2014 (de 26,5 g/MJ para 21,3 g/MJ).

A segunda carta traz uma avaliação sobre o potencial de produção e exportações brasileiras de etanol. O CARB propõe que haja em 2020, uma disponibilidade do biocombustível a base de cana-de-açúcar, vindo do Brasil, entre 0,8 e 1,75 bilhão de galões (algo ente 3 e 6,6 bilhões de litros). A UNICA enviou comentários apoiando a manutenção desses valores. Apesar de a entidade não ter apresentado estimativas específicas, deixou claro que, havendo a demanda e os incentivos financeiros adequados, o setor já demonstrou dinamismo suficiente para atender os volumes estimados.

Dentre outros argumentos, a entidade brasileira mostrou o grande potencial de crescimento da oferta de etanol no Brasil, seja por meio dos ganhos de produtividade da atividade agrícola e industrial, destacando o etanol de segunda geração, seja pela possibilidade da expansão sustentável da produção de cana. A nota detalhou também os futuros investimentos em logística e infraestrutura, que irão aumentar a competitividade das exportações brasileiras, além da atual capacidade industrial ociosa e a da flexibilidade da indústria brasileira.

“O CARB deixou claro que precisava de um sinal forte do Brasil sobre esta disponibilidade de etanol de cana no mercado californiano, e procuramos demonstrar claramente a nossa capacidade em atender essa demanda. Além disso, nos colocamos à disposição para ajudar nos trabalhos sobre cenários econômicos para dar mais robustez às análises, se assim entendessem,” disse a representante da UNICA em Washington, Letícia Phillips.

O CARB vai finalizar essa rodada de atualizações até o fim do ano de 2014 para serem apresentadas ao seu Conselho em fevereiro de 2015. Por esta razão, com o objetivo de garantir o espaço para o etanol brasileiro dentro do LCFS, a UNICA acompanha de perto e participa de todo o processo.

Dias das Crianças

Sorrisos e muita brincadeira marcaram o Dia das Crianças na Thermic. Para comemorar a data com os filhos dos colaboradores, a Thermic preparou uma manhã especial com muito algodão doce, cachorro quente, hambúrguer, pipoca, pastel e sorvete. Alegria e diversão não faltaram.

 

Dias das Crianças

A Thermic já prepara os últimos detalhes para a Festa do Dia das Crianças, em 12 de outubro. O evento é destinado aos filhos dos colaboradores. O colaborador deve confirmar presença com RH até o dia 30 e retirar o convite nos dias 9 e 10 de outubro no mesmo local da confirmação. Os colaboradores da Unidade II devem procurar o RH nos horários de atendimento.

A apresentação dos convites é indispensável. Não deixe seu filho de fora dessa! Haverá arte em balões, palhaços, teatro, maquiagem artística, algodão doce, picolé e muito mais.

CONVITE-THERMIC

Sucroenergético ganha Reintegra

Em reunião extraordinária convocada no dia 09 de setembro pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, o governo anunciou que o açúcar e o etanol passarão a fazer parte do Programa Reintegra, um importante pleito do setor sucroenergético. Durante o encontro com a presidente da União da Indústria da Cana-de-Açúcar (UNICA), Elizabeth Farina, e representantes das usinas, o ministro Mantega anunciou que as empresas passarão a ser ressarcidas em 0,3% sobre as receitas decorrentes da exportação dos dois produtos. A partir de 2015, esse percentual subirá para 3%. A medida deve ser encaminhada para assinatura da Presidente da República ainda hoje (10/9) e passará a valer assim que publicada no Diário Oficial da União (DOU). O Reintegra é um benefício criado pelo Governo Federal que possibilita que algumas empresas brasileiras exportadoras recuperem até 3% da receita decorrente da exportação.

Outra medida anunciada ontem pelo ministro Mantega foi a liberação de linhas de financiamento em condições diferenciadas para a construção de armazéns de açúcar no País. Mas, o assunto deverá ser aprovado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em reunião prevista ainda para este mês de setembro. Espera-se que, com a medida, o Brasil possa ampliar a sua capacidade de armazenamento, atualmente em níveis bastante  inferiores aos dos principais países produtores e exportadores de açúcar, e, com isso, permitir melhores oportunidades de comercialização do produto.

A UNICA avalia que as medidas anunciadas ontem pelo governo são importantes para o setor sucroenergético, mas ainda insuficientes para fazer frente à grave crise enfrentada pela indústria canavieira. É preciso uma visão de longo prazo, principalmente no que se refere ao etanol e à biomassa, com políticas públicas claras, estáveis, consistentes e que possibilitem a recuperação da competitividade do setor e um ambiente propício a novos investimentos.