Thermic destaca a importância das mãos na SIPAT 2015

A importância das nossas mãos, não só como instrumento de trabalho, mas também em casa quando estamos com a família foi o tema da palestra de abertura da Sipat 2015 (Semana Interna de Prevenção de Acidentes) realizada de 13 a 17 de julho. O psicólogo Dinael Correa de Campos ressaltou que o profissional que se cuida tem a autoestima elevada. Os colaboradores aprenderam que uma pessoa feliz envolve-se menos em acidentes de trabalho.

No segundo dia, a palestra foi com o engenheiro do trabalho Carlos Jacóia que falou sobre a vulnerabilidade das mãos e reforçou a importância da prevenção de acidentes. A higiene pessoal no ambiente de trabalho foi o assunto abordado no terceiro dia do evento por Perla Martins, do SESI. A palestrante ressaltou que um profissional que se cuida, demonstra amor próprio e respeito a si mesmo e aos colegas de trabalho. Já o médico Carlos Thironi Silva, no quarto dia do evento, ao falar sobre as DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis) alertou para o aumento do número dos casos de AIDS e reafirmou que a prevenção continua sendo a melhor solução para evitar a doença.

A Sipat 2015 foi encerrada com a apresentação da peça “Funcionário perfeito, marido ideal”, pela Cia Taty, de São Paulo. De maneira divertida, os integrantes da trupe reforçaram a importância dos colaboradores da Thermic protegerem-se no dia a dia, especialmente as mãos, tema central deste ano.

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SIPAT 2015

Nesta quarta-feira, 15, a higiene pessoal no ambiente de trabalho foi o tema da palestra do terceiro dia da SIPAT 2015 (Semana Interna de Prevenção de Acidentes no Trabalho). A importância da higiene e a adoção de hábitos que façam parte do nosso dia a dia foram alguns dos assuntos abordados por Perla Martins, do Sesi.

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Conscientização

No segundo dia da SIPAT 2015, os colaboradores da Thermic acompanharam na terça-feira, 14, uma nova palestra que ressaltou a importância das mãos. Os acidentes e como preveni-los, foram abordados pelo engenheiro do trabalho Carlos Jacóia.

Prevenção

A Thermic iniciou hoje, 13 de julho, a SIPAT (Semana Interna de Prevenção de Acidentes no Trabalho). A palestra do primeiro dia do evento foi ministrada pelo professor Dinael Correa de Campos que abordou o tema “Mãos que trabalham são também mãos que cuidam. Cuide do seu principal instrumento de trabalho. A segurança está em suas mãos.”IMG_8165

SIPAT 2015 – A segurança está em nossas mãos

As mãos serão o destaque da SIPAT 2015 (Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho) que acontecerá de 13 a 17 de julho. A Thermic preparou uma semana diferente com palestras que vão orientar sobre como cuidar bem dessas companheiras do dia a dia. Além de parceiras no trabalho, elas também são importantes instrumentos na hora de demonstrar carinho aos familiares. Encerrando a programação, uma peça de teatro irá tratar do tema de maneira bastante enriquecedora. Confira abaixo a programação da semana.

Fenasucro focará etanol em alta

O consumo de etanol nos postos brasileiros teve um aumento de 32% entre janeiro e abril deste ano, quando comparado ao mesmo período de 2014. Um dos fatores que levaram a essa procura pelo combustível renovável foi a elevação do preço da gasolina.

Só nos primeiros quatro meses de 2015 o valor da gasolina nas bombas teve aumento de mais de 9%, que trouxe uma queda de 3,7% nas vendas, segundo cálculos do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do IBGE e da Agência Nacional do Petróleo (ANP).

Segundo estimativa da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), 2015/2016 tem sido mais alcooleiro que em 2014. Até 15 de abril o volume produzido de etanol hidratado, no acumulado desde o início da atual safra, somou 681,14 milhões de litros, uma alta de 52% sobre o valor no mesmo período da safra anterior.

Para o gerente-geral da Fenasucro & Agrocana, Paulo Montabone, a demanda por etanol reflete o momento do País. “Estamos em período de vitórias para o combustível produzido a partir da cana-de-açúcar. Tivemos o aumento de 25% para 27% na mistura de etanol na gasolina, a elevação do PIS/Cofins na gasolina e o retorno da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico [Cide]”, comenta. A feira que acontece de 25 a 28 de agosto vai reunir toda a cadeia produtiva da cana-de-açúcar e apresentar soluções e tecnologia para melhorar a eficiência e produtividade das usinas.

Sobre o mercado de etanol, Egon Scheiber, gerente comercial da Mausa, que atua no desenvolvimento, produção e manutenção de equipamentos para usinas, o momento é positivo e acredita que este é um bom momento para o combustível. “A gente sempre enxerga o copo meio cheio e precisamos de eventos como a Fenasucro & Agrocana para continuar apostando no setor”.

Prestes a completar 40 anos o Programa Nacional do Álcool (Proálcool) também terá espaço na Fenasucro & Agrocana. Na grade de eventos está confirmada a reunião do Lide, que prestará uma homenagem ao programa. Desde sua criação em 1975 e uso diretamente nos motores em 1979, o Proálcool trouxe uma série de avanços e conquistas para o setor e principalmente para as usinas produtoras. A produção brasileira de etanol saltou de 555 milhões de litros em 1975/76 para 28,6 bilhões de litros na safra passada. Há dez anos as vendas de automóveis com motores flex lideram nas concessionárias, aproximadamente 85% dos veículos já saem das fábricas com o sistema que recebe os dois combustíveis, o que possibilita ainda mais competitividade eles. “É importante ressaltar que essa grande procura por etanol é muito boa para o setor sucroenergético”, diz Montabone.

Fonte: Unica

Acordo pode ajudar energia limpa

No último domingo (28), a presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), Elizabeth Farina, acompanhada pelo presidente do Conselho Deliberativo da entidade e da Copesucar, Luis Roberto Pogetti, e do presidente do Conselho de Administração da Raízen, Rubens Ometto, participaram de um encontro com a presidente Dilma Rousseff, cinco ministros e mais de 20 empresários brasileiros, em Nova Iorque.

O objetivo era tratar da pauta que seria debatida por Dilma, com o presidente norte-americano, Barack Obama, no dia 30, sobre os diversos modelos de cooperação público-privada entre Brasil e Estados Unidos, inclusive o acordo climático bilateral. A UNICA já havia encaminhado um documento de apoio à missão para as discussões sobre o papel do etanol na agenda do clima proposta pelo próprio presidente Obama. E os resultados desta participação foram muito positivos.

Além de beneficiar a agropecuária brasileira como um todo, a importante aliança entre os dois países, anunciada por Obama e Dilma, também sinalizou aspectos favoráveis para o setor de biocombustíveis, particularmente o etanol e a bioenergia, que foram inseridos de forma ampla no compromisso.

Os presidentes destacaram a importância de aumentar os níveis de energia limpa e renovável em suas respectivas matrizes energéticas. Eles também expressaram seu compromisso de cooperar para promover o desenvolvimento de biocombustíveis para a aviação, melhorar a eficiência dos veículos e também da gestão global de energia.

Presente à cerimônia do anúncio, a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Katia Abreu, destacou a meta definida na declaração conjunta de dobrar o uso de biocombustíveis e energia renovável e o comércio com os EUA em dez anos, além da adoção de medidas ambiciosas de reduções de gases de efeito estufa no período 2020/2030, no âmbito da agenda da COP 21.

“Vejo a inclusão do etanol e da bioeletricidade nas discussões como uma política clara do governo brasileiro de fortalecimento do setor e do fomento de comércio internacional de biocombustíveis,” esclareceu a ministra.

Já a presidente da UNICA, Elizabeth Farina, mostrou-se bastante otimista com as propostas apresentadas.

“Estas diretrizes abrem uma nova frente para o setor sucroenergético ao reconhecer o atributo ambiental de seus principais produtos. Estamos prontos para oferecer nossa contribuição e participar das próximas discussões que precederão o diálogo estratégico de energia entre os dois países que foi marcado para o início de outubro,” comentou Farina.

Ainda sobre o acordo climático, a presidente Dilma disse que o Brasil busca atingir uma participação de 28% a 33% de fontes renováveis em sua matriz, sem contar a geração hidráulica, até 2030. Além disso, o país pretende eliminar o desmatamento ilegal no território nacional nos próximos 15 anos e, em igual período, reflorestar 12 milhões de hectares.

Dilma e Obama se comprometeram a trabalhar entre si e com outros parceiros para um acordo ambicioso e equilibrado na Conferência Mundial da ONU sobre o Clima (COP21), que será realizada em Paris em dezembro. Os dois países pretendem estabelecer uma sinalização firme à comunidade internacional que governos, empresas e sociedade civil estão decididos a enfrentar o desafio climático.

Também na terça-feira (30), A UNICA, representada por sua executiva para a América do Norte, Letícia Phillips, esteve presente no almoço oferecido pelo vice-presidente dos Estados Unidos, Joseph Biden, no Departamento de Estado Benjamim Franklin em Washington.

 

Fonte: Unica

 

InterThermic/SESI integra colaboradores em jogos esportivos

InterThermic/SESI 2015 já começou! Há dois anos, o evento é um dos principais no calendário da empresa e marca a integração esportiva entre os colaboradores. Neste ano, cerca de 100 participantes, entre colaboradores e visitantes, disputam o futebol
soçaite, truco, pebolim e vôlei de areia. Mais uma vez, empresas parceiras da Thermic, como a Thinsol e Ultrax, estão no páreo do título do futebol. Cada equipe visitante vai doar alimentos que serão entregues para a Secretaria de Assistência Social de Pederneiras. No final da competição haverá premiação para os times vencedores.

Confira abaixo a tabela dos jogos e fotos da edição da competição em 2014:

MT é pioneiro em energia limpa

Estudado no Brasil a partir de meados de 2006 na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), o método de utilização do hidrogênio como fonte de geração de energia elétrica teve como pioneiro no Brasil o estado de Mato Grosso. A comunidade Pico do Amor, localizada a 80 quilômetros de Cuiabá, fez uso dessa alternativa de energia limpa entre 2008 e 2011. O método, segundo o professor Ivo Leandro Dorileo, da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), pode ser o futuro da geração de energia.

As cerca de 50 pessoas da comunidade – que não tem fornecimento de energia elétrica – receberam em 2008 a chance de se utilizar o novo método no “Projeto Hidrogênico”. No local foi instalada uma usina que gerava 5 quilowatts de energia elétrica dentro de uma casa de 120 m². Além do maquinário e de uma cabine de comando, o ambiente contava com um tanque de etanol, onde o processo químico era realizado e a energia produzida num modelo que pode ser considerado de vanguarda no Brasil. Desativado, o projeto deverá ser retomado.

O processo todo era responsável por ligar os postes que iluminavam as áreas livres da comunidade e um centro comunitário, além de fazer funcionar o bombeamento de água para as casas.

A ação foi desenvolvida com um parceria entre a Unicamp, a UFMT e entidades privadas. O pesquisador Ivo Dorileo, coordenador do Núcleo Interdisciplinar de Estudos em Planejamento Energético (Niepe) da UFMT, contou que o projeto só não continuou por causa dos altos gastos envolvidos, mas informou que uma nova fase está sendo desenvolvida.

Nesta nova fase, a usina que gerava 5 quilowatts de energia deverá triplicar a produção. Com maior capacidade de geração energética, desta vez também fará parte do projeto a instalação de fábricas de farinha de mandioca e de rapadura que, sustentadas pelo método limpo de geração de energia, produzirão renda para os moradores da comunidade.

Energia limpa

O professor explica que o processo, que se utiliza das chamadas “células a combustível”, consiste na retirada dos íons de hidrogênio do etanol para a geração de energia elétrica. A metodologia é relativamente recente no mundo acadêmico e, segundo o pesquisador da UFMT, “Mato Grosso foi o primeiro lugar no mundo a utilizar de maneira prática o método. É um método limpo e que gera energia sem causar danos ao meio ambiente”.

Além da produção de energia elétrica, um dos resultados do processo é a produção água. Por meio de reações químicas, as células a combustível podem chegar a uma eficiência de aproveitamento de 100% da energia produzida. Em comparação, motores de combustão podem chegar a apenas 20% de aproveitamento.

Uma das desvantagens do processo, diz Ivo Dorileo, é o custo. “A metodologia apesar de ser limpa, é muito cara e custosa”, afirma. Foi por causa disso, lembra, que a utilização na comunidade em Cuiabá foi interrompida. O acadêmico ainda aponta que a “energia elétrica é um motores do mundo moderno” e que é preciso reverter o conhecimento científico para o benefício da sociedade.

O hidrogênio é uma já conhecida fonte energética. A mais potente arma nuclear já utilizada – a Tsar Bomba, desenvolvida pela União Soviética na década de 1960 – teve como origem a fissão nuclear do elemento. Apesar de não ter sido usada em guerra, a arma foi testada na ilha de Nova Zembla, no Círculo Polar Ártico, e alcançou o poder explosivo de 50 megatons. Em comparação, a “Little Boy” – usada pelos Estados Unidos na Segunda Guerra contra o Japão – alcançou apenas 15 quilotons. Seriam necessárias mais de 30 mil bombas Little Boy para se alcançar a destruição da Tsar Bomba.

Fontes alternativas em MT

Apesar do avanço representado pelas células a combustível e o hidrogênio, Mato Grosso ainda deixa a desejar quando o assunto é a variação de matrizes energéticas.

Em 2009, o estado divulgou pela última vez o “Balanço Energético de Mato Grosso e Messoregiões”, análise sistemática da produção, importação, transformação e consumo deenergia no Estado.

Desenvolvido pela antiga Secretaria Estadual de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme) e o Niepe, da UFMT, o estudo foi interrompido com a justificativa de contenção de gastos segundo o professor Ivo Dorileo, um dos responsáveis. “Mas o balanço é imprescindível para se planejar e conhecer a produção energética do Estado”, defende.

O professor anuncia, porém, que o estudo voltará esse ano. O balanço referente a 2015 deverá avaliar o uso de matrizes energéticas diferentes em Mato Grosso entre os anos de 2011 a 2014 e deverá demorar até oito meses para ficar pronto. Enquanto isso, o acadêmico lembra que o Mato Grosso está “sem planejamento energético nenhum”.

Plano Safra surpreende mercado

O Plano Safra para 2015/2016 anunciado na semana passada pelo governo federal foi uma surpresa, considerando a atual situação econômica do Brasil. A avaliação é de representante do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) no país.

De acordo com o governo federal, estarão disponíveis no sistema de crédito rural R$ 187,7 bilhões, um montante 20% superior ao disponibilizado na safra 2014/2015. Os recursos devem ser utilizados para financiar o custeio e os investimentos na produção agropecuária durante o próximo ciclo agrícola, que começa oficialmente em julho.

“Considerando que o Brasil está atravessando um momento de turbulência econômica e que vários órgãos do governo estão sofrendo cortes de orçamento, o aumento chegou como uma surpresa e mostrou a importância do setor agrícola para a economia brasileira”, afirmou, no documento, Nicolas Rubio.

O representante do governo dos Estados Unidos destacou também destacou a projeção feita pela ministra da Agricultura, Kátia Abreu, de que, nos próximos dez anos, o Brasil poderia aumentar sua produção de grãos em 50 milhões e toneladas e a de carnes em 8 milhões de toneladas, sem impacto sobre recursos naturais.