Piracicaba terá museu da cana

A indústria canavieira há tempos exerce um importante papel na economia do Brasil e um dos municípios pioneiros nesta cultura é Piracicaba, interior paulista. Além de contribuir para o desenvolvimento, gerando um grande número de empregos, a atividade sucroenergética com seus projetos socioambientais e produtos sustentáveis, continua presente no dia a dia da região. Como prova dessa participação efetiva, Piracicaba abrigará o primeiro Museu da Cana-de-Açúcar, único no mundo a contar de forma interativa a história do ciclo econômico canavieiro, que deve ser inaugurado no início de 2016.

O projeto, uma parceria da Prefeitura de Piracicaba com o Instituto Brasil Leitor (IBL), e com apoio dos ministérios de Agricultura e da Cultura, da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo e da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), será instalado no Engenho Central, espaço que na época de sua construção, isso em 1881, representou um grande avanço na atividade canavieira, com o uso de equipamentos modernos e a abolição da mão de obra escrava.

Segundo William Nacked, diretor do IBL e um dos responsáveis pelo museu, o espaço cultural contará com uma ala destinada a mostrar o progresso dos equipamentos utilizados em toda a cadeia produtiva. Haverá ainda espaços para demonstrar o cultivo em diferentes regiões do Brasil e, uma área onde serão plantadas diversas variedades de cana.

“Vamos atrás da primeira semente, mostrar como tudo começou para podermos projetar qual será o futuro deste setor,” destacou Nacked.

A reforma das instalações, que começaram em abril deste ano, terá um investimento total de R$ 43 milhões, valor proveniente de patrocinadores como empresas de setor sucroenergético, e por meio de lei de incentivos.

“É importante para a indústria que a sua memória seja preservada. Que os mais jovens visualizem, entendam todo o processo evolutivo que o setor passou. E nada melhor do que um Museu destinado exclusivamente para a cana-de-açúcar. É uma bela iniciativa,” afirmou o diretor Técnico da UNICA, Antonio de Padua Rodrigues.

Unica defende etanol nos EUA

A União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA) enviou na quarta-feira (15/10) e na quinta (16/10), duas cartas formais ao Conselho de Qualidade do Ar da Califórnia (California Air Resources Board – CARB), manifestando-se a respeito das novas metodologias para calcular os Efeitos Indiretos do Uso da Terra (ILUC) dos diferentes tipos de biocombustível e também da avaliação da disponibilidade de biocombustíveis para suprir o Programa Californiano de Padrão de Combustíveis de Baixa Emissão de Carbono (Low Carbon Fuel Standard – LCFS).

A primeira carta apresenta considerações sobre as mudanças no cálculo dos impactos indiretos da mudança do uso da terra associada a expansão da produção de etanol de cana-de-açúcar do Brasil, sob o ponto de vista de emissões de gases causadores do efeito estufa. Duas metodologias para calcular o ILUC dos diferentes biocombustíveis foram propostas, e a UNICA apresentou argumentos técnicos defendendo a abordagem que reduz as emissões indiretas de CO2, causadas pela expansão da cana no Brasil em cerca de 20% da proposta apresentada no inicio de 2014 (de 26,5 g/MJ para 21,3 g/MJ).

A segunda carta traz uma avaliação sobre o potencial de produção e exportações brasileiras de etanol. O CARB propõe que haja em 2020, uma disponibilidade do biocombustível a base de cana-de-açúcar, vindo do Brasil, entre 0,8 e 1,75 bilhão de galões (algo ente 3 e 6,6 bilhões de litros). A UNICA enviou comentários apoiando a manutenção desses valores. Apesar de a entidade não ter apresentado estimativas específicas, deixou claro que, havendo a demanda e os incentivos financeiros adequados, o setor já demonstrou dinamismo suficiente para atender os volumes estimados.

Dentre outros argumentos, a entidade brasileira mostrou o grande potencial de crescimento da oferta de etanol no Brasil, seja por meio dos ganhos de produtividade da atividade agrícola e industrial, destacando o etanol de segunda geração, seja pela possibilidade da expansão sustentável da produção de cana. A nota detalhou também os futuros investimentos em logística e infraestrutura, que irão aumentar a competitividade das exportações brasileiras, além da atual capacidade industrial ociosa e a da flexibilidade da indústria brasileira.

“O CARB deixou claro que precisava de um sinal forte do Brasil sobre esta disponibilidade de etanol de cana no mercado californiano, e procuramos demonstrar claramente a nossa capacidade em atender essa demanda. Além disso, nos colocamos à disposição para ajudar nos trabalhos sobre cenários econômicos para dar mais robustez às análises, se assim entendessem,” disse a representante da UNICA em Washington, Letícia Phillips.

O CARB vai finalizar essa rodada de atualizações até o fim do ano de 2014 para serem apresentadas ao seu Conselho em fevereiro de 2015. Por esta razão, com o objetivo de garantir o espaço para o etanol brasileiro dentro do LCFS, a UNICA acompanha de perto e participa de todo o processo.

Dias das Crianças

Sorrisos e muita brincadeira marcaram o Dia das Crianças na Thermic. Para comemorar a data com os filhos dos colaboradores, a Thermic preparou uma manhã especial com muito algodão doce, cachorro quente, hambúrguer, pipoca, pastel e sorvete. Alegria e diversão não faltaram.

 

Dias das Crianças

A Thermic já prepara os últimos detalhes para a Festa do Dia das Crianças, em 12 de outubro. O evento é destinado aos filhos dos colaboradores. O colaborador deve confirmar presença com RH até o dia 30 e retirar o convite nos dias 9 e 10 de outubro no mesmo local da confirmação. Os colaboradores da Unidade II devem procurar o RH nos horários de atendimento.

A apresentação dos convites é indispensável. Não deixe seu filho de fora dessa! Haverá arte em balões, palhaços, teatro, maquiagem artística, algodão doce, picolé e muito mais.

CONVITE-THERMIC

Sucroenergético ganha Reintegra

Em reunião extraordinária convocada no dia 09 de setembro pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, o governo anunciou que o açúcar e o etanol passarão a fazer parte do Programa Reintegra, um importante pleito do setor sucroenergético. Durante o encontro com a presidente da União da Indústria da Cana-de-Açúcar (UNICA), Elizabeth Farina, e representantes das usinas, o ministro Mantega anunciou que as empresas passarão a ser ressarcidas em 0,3% sobre as receitas decorrentes da exportação dos dois produtos. A partir de 2015, esse percentual subirá para 3%. A medida deve ser encaminhada para assinatura da Presidente da República ainda hoje (10/9) e passará a valer assim que publicada no Diário Oficial da União (DOU). O Reintegra é um benefício criado pelo Governo Federal que possibilita que algumas empresas brasileiras exportadoras recuperem até 3% da receita decorrente da exportação.

Outra medida anunciada ontem pelo ministro Mantega foi a liberação de linhas de financiamento em condições diferenciadas para a construção de armazéns de açúcar no País. Mas, o assunto deverá ser aprovado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em reunião prevista ainda para este mês de setembro. Espera-se que, com a medida, o Brasil possa ampliar a sua capacidade de armazenamento, atualmente em níveis bastante  inferiores aos dos principais países produtores e exportadores de açúcar, e, com isso, permitir melhores oportunidades de comercialização do produto.

A UNICA avalia que as medidas anunciadas ontem pelo governo são importantes para o setor sucroenergético, mas ainda insuficientes para fazer frente à grave crise enfrentada pela indústria canavieira. É preciso uma visão de longo prazo, principalmente no que se refere ao etanol e à biomassa, com políticas públicas claras, estáveis, consistentes e que possibilitem a recuperação da competitividade do setor e um ambiente propício a novos investimentos.

PIB do agronegócio cresce 1,9%

O PIB do agronegócio crescerá no máximo 3,8% em 2014, de acordo com estimativa de pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, e da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). No primeiro semestre, o avanço foi de 1,9%, justificado pelas perspectivas de aumento da produção agropecuária e maior patamar de preços na comparação com o primeiro semestre do ano passado. Variações climáticas, no entanto, podem levar a ajustes nas estimativas atuais de produção nacional e mundial.

Em 2013, o PIB do agronegócio estimado pelo Cepea e CNA cresceu 3,92%, da ordem de R$ 1,1 trilhão, e representou 22,5% do PIB nacional.

O segmento primário da pecuária se destacou nos primeiros seis meses deste ano, acumulando alta de 5,52%; a agropecuária cresceu 2,91%. A agroindústria agropecuária avançou apenas 0,10%.

A queda da participação da agroindústria no PIB do agronegócio é uma tendência apontada pelos pesquisadores responsáveis pelo cálculo. O professor da Esalq/USP Geraldo Barros, coordenador do Cepea, diz que nos últimos 10 anos, o PIB do agronegócio cresceu à taxa anual de 2,7%, com a agropecuária na marca de 3,8% e a agroindústria, de 2%. Em 2013, o segmento de insumos representou 12% do PIB, a agropecuária, 29%, a agroindústria, 28%, e o segmento de serviços, 31%. Em 1995, explica Barros, a agroindústria representava 35% e a agropecuária, 24%.

A perda de participação da agroindústria indica que o agronegócio não tem conseguido avançar nos segmentos de maior valor agregado, em boa parte devido às dificuldades enfrentadas na exportação de produtos manufaturados. “Nas nossas exportações predominam as matérias-primas e semiprocessados, enquanto os processados e os produtos frescos, como frutas e flores, enfrentam barreiras comerciais ou não atendem às exigências de qualidade e sanitárias.”

Por sua vez, o aumento relativo do segmento primário é explicado pelo crescimento da produtividade no campo, decorrente de avanços tecnológicos. Segundo o coordenador do Cepea, de 1980 a 2000, período em que o preço real dos produtos agropecuários caiu aproximadamente 60%, a produtividade também cresceu perto de 60%. Com esse significativo avanço, em termos médios, a rentabilidade do setor praticamente se manteve, enquanto a produção (volume) aumentou 85%. A elevação da produtividade, por outro lado, também tem sido fundamental para conter o aumento da área explorada e, portanto, o processo de desmatamento.

De 2000 a 2010, a produtividade da agropecuária cresceu 73%, enquanto a produtividade do conjunto da economia permaneceu praticamente estável. As exportações também se potencializaram – o volume embarcado de produtos do agronegócio aumentou 220% entre 2000 e junho de 2014. Em termos de receita, especificamente no primeiro semestre de 2014, somaram cerca de U$$ 50 bilhões.

Barros destaca que o grande desafio é manter o ritmo de crescimento da produtividade, ou seja, a competitividade do agronegócio. “A resposta passa pelo desenvolvimento de pesquisas e disponibilização aos produtores, em especial aos pequenos.”

Foguete brasileiro ganha céu

O lançamento do primeiro foguete brasileiro com motor a propelente líquido foi feito na noite do dia 01 de setembro no Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão. Todos os requisitos técnicos de sucesso da missão foram atingidos, segundo o Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial, coordenador da operação.

O experimento funcionou durante o período previsto de 90 segundos. A carga útil embarcada, denominada Estágio Propulsivo a Propelente Líquido, consiste em um motor que utiliza etanol e oxigênio líquido. O sistema foi desenvolvido pela empresa Orbital Engenharia em parceria com o IAE.

O lançamento do foguete ocorreu às 23h02. Durante o teste, que durou três minutos e 34 segundos, houve a coleta de dados para estudos de um sistema de posicionamento global (GPS) de aplicação espacial, desenvolvido pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, e de um dispositivo de segurança para veículos espaciais, desenvolvido pelo instituto de aeronáutica.

A operação serviu também para o treinamento das equipes na operação e lançamento de motores a propelente líquido, visando à aplicação no desenvolvimento de futuros veículos suborbitais e lançadores de satélites.

O bom desempenho do motor possibilitará a retomada de lançamento dos foguetes brasileiros, por parte da Agência Espacial Alemã, a partir da Europa. Os alemães participaram da operação com trabalho de coleta de dados em voo, por meio de uma estação móvel de telemetria.

Moagem cresce 9,1% no Paraná

A produção paranaense de açúcar e etanol continua em bom ritmo na safra 2014/15 – com números superiores ao ano passado – mesmo o setor não vivendo seu melhor momento na região Centro-Sul. A estiagem que atingiu os estados de São Paulo e Minas Gerais trará impacto para o mercado nacional nesta e nas próximas safras, já que deve resultar em menor volume de produção e incremento de preços. A estimativa de moagem da cana-de-açúcar para a atual temporada está em 547 milhões de toneladas, contra 580 milhões da projeção anterior. Muitas usinas paulistas, inclusive, devem encerrar as atividades antes do normal, já que não há matéria-prima de qualidade para a moagem.

No Paraná, a situação é de estabilidade, e a moagem deve encerrar apenas em dezembro, somando entre 42 e 43 milhões de toneladas no ciclo 2014, mesmo volume do ano passado. Até o dia 16 de agosto, foram esmagadas 22,2 milhões de toneladas de cana, contra 20,3 milhões do período anterior, um aumento de 9,1%. Os números são da Associação de Produtores de Bioenergia do Estado do Paraná (Alcopar)

A produção de açúcar até o momento é de 1,44 milhão de toneladas, contra 1,34 milhão da safra 2013/14, incremento de 7,1%. No caso do etanol, o aumento também é significativo: de 712,1 milhões de litros para 784,1 milhões de litros, elevação de 10,1%. O etanol anidrofoi o que apresentou maior variação percentual, de 220 milhões para 259 milhões de litros, 17,7%. “Estamos com uma produção dentro da normalidade, diferentemente do que está acontecendo em São Paulo e Minas Gerais. Essa quebra de 6% na estimativa dos paulistas impactará no mercado, principalmente no preço do açúcar, que deve subir. Essa quebra acabará, de certa forma, beneficiando a produção paranaense”, explica o presidente da Alcopar, Miguel Tranin, ressaltando que a rentabilidade dos produtores do Paraná pode ser maior por causa da quebra de produção do estado vizinho.

Se a expectativa do açúcar é de uma recuperação dos valores, para o etanol o cenário “ainda é de prejuízo”, segundo Tranin. Na opinião do representante da Alcopar, os custos de produção do litro do produto, variando entre R$ 1,26 e R$ 1,30, prejudicam demais o setor, que não consegue competir com a gasolina. “O preço da gasolina está congelado há cinco anos e isso acaba complicando nosso setor. Já tivemos cerca de 45 milhões de toneladas de cana processadas, e hoje não conseguimos atingir novamente esses patamares”, salienta ele.

Miguel comenta que o setor discute com o governo a possibilidade das usinas de canafornecerem energia no futuro, já que, de acordo com ele, a “estiagem mostrou que o sistema hidrelétrico ainda é frágil no País”. “Pode acontecer uma dificuldade generalizada de falta de energia se dependermos apenas das hidrelétricas em momentos de seca como os que aconteceram. No Brasil, temos duas Itaipus adormecidas nas usinas de moagem, que podem ser utilizadas”, completa.

Chuvas prejudicam produção

O excesso de chuva registrado no principal polo de produção sucroenergética de Mato Grosso do Sul, na região sul do estado, no mês de julho, acabou desacelerando a moagem de cana-de-açúcar e reduzindo o volume de produção de etanol e açúcar, segundo informações divulgadas nesta terça-feira (12), pela Associação dos Produtores de Bioenergia (Biosul).

De acordo com a entidade, na segunda quinzena de julho foram processadas 1,83 milhões de toneladas de cana, uma quantidade 43% menor que no mesmo período da safra passada, que foi de aproximadamente 3,2 milhões de toneladas.

“Em julho, choveu duas vezes e meia a mais do que a média histórica, isso fez com que as usinas diminuíssem o ritmo da produção por conta da interrupção de vários dias na colheita, agora em agosto esperamos voltar ao ritmo normal de produção no estado”, aponta o presidente da Biosul, Roberto Hollanda.

A entidade aponta que no acumulado da safra, as usinas do estado moeram até 31 de julho, 16,17 milhões de toneladas, o que representa um volume 13,79% menor em relação ao registrado no ciclo anterior neste mesmo intervalo de tempo, que foi de 18,75 milhões de toneladas.

Com menor quantidade de matéria-prima disponível foi reduzido o processamento de etanol e de açúcar. Do alimento já foram produzidas nesta safra 436 mil toneladas, volume 29,58% abaixo das 620 mil toneladas, do acumulado até o fim de julho na temporada passada.

Em relação ao etanol, a queda na quantidade produzida foi um pouco menor, 10,26%, caindo dos 993,98 milhões de litros para 892 milhões de litros, na comparação do acumulado do ciclo atual com o mesmo intervalo de tempo do anterior.

Energia limpa atrai investimento

Os fundos de private equity passaram a olhar com mais apetite para companhias de fontes renováveis de energia.

O interesse tem aumentado diante da demanda crescente no Brasil, somada ao fato de que projetos de energia renovável têm um processo de implantação mais rápido, com a obtenção de licenças ambientais mais simples do que hidrelétricas e térmicas.

De acordo com dados da Associação Brasileira de Private Equity & Venture Capital (Abvcap) mais de 21% dos gestores estão com foco nesse setor.

Esse interesse chegou também nos fundos de venture capital, que são tradicionalmente grandes investidores no setor de tecnologia. A Nova Investimentos, por exemplo, possui um fundo dedicado à energia renovável, com investimentos em empresas como Brazil Energy e Brazil Hidro.

“Esse é um setor promissor e com forte apelo social”, diz o sócio da gestora Raphael Fraga. Segundo ele, o avanço tecnológico fez com que a geração de energia limpa ganhasse eficiência.

Diante dos casos de sucesso que estão surgindo no setor, a demanda por fundos com esse perfil está crescendo, avalia o sócio da Performa Investimentos, Guillaume Sagez, que dá especial atenção a energia solar e à cadeia de fornecimento de equipamentos para a eólica.

O setor eólico deve saltar de 3% da matriz energética brasileira em 2014 para 8% em 2018. “Isso requer investimentos que precisarão de muito capital. A indústria de private equity será uma das fontes”, diz Sagez.

Embora a presença de energia renovável tenha crescido o no portfólio dos fundos de investimento, o setor de tecnologia continua a atrair a maior parcela dos aportes dos venture capital. Segundo o conselheiro da Abvcap, Humberto Matsuda, a atratividade do setor se explica porque as empresas se valorizam mais rápido e exigem menos capital para crescer.