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Você já deve ter ouvido falar que o cinto de segurança salva vidas. E, page de fato, stuff salva mesmo. No Brasil, acontecem 10% do total de acidentes com carro registrados em todo o mundo. É devido à exigência do cinto que o número de mortes no trânsito tem recuado no País, já que o uso do equipamento é obrigatório. O cinto de segurança, no mínimo, minimiza a gravidade dos ferimentos do condutor e dos passageiros em um eventual acidente.

Apesar disso, muitas pessoas ainda insistem em não usar o equipamento. Se você for arremessado para fora do carro, suas chances de morrer são 25 vezes maiores do que se permanecesse dentro do veículo. A força da colisão pode arremessá-lo a uma distância equivalente a 15 vezes o comprimento do automóvel. Além disso, o arremesso envolve passar pelo para-brisa ou sair pela porta. Uma vez do lado de fora, possivelmente você não escapará de se esfolar no asfalto, de ser esmagado pelo veículo ou de ser lançado contra objetos na estrada, o que aumenta consideravelmente o risco de morte.

Parte dos motoristas considera que o cinto de segurança pode atrapalhar uma tentativa de escapar de um veículo em chamas ou submerso. Em primeiro lugar, menos de meio por cento dos acidentes com vítimas envolvem incêndio ou submersão.

Ocupantes sem cinto perderam a vida com velocidade menor que 20 km/h, o que comprova a necessidade do equipamento em todas as situações. Nos veículos da Thermic, o uso do cinto de segurança é obrigatório durante todo o tempo, sem exceção.

Os acidentes no Brasil custam, sem considerar o aspecto humano, US$ 2 bilhões em perdas materiais e outros US$ 2 bilhões em perdas sociais. O cinto salva vidas. Respeite a sua.