Não entre nessa!

Agredir com apelidos e brincadeiras é uma prática que deve ser combatida, dosage inclusive no ambiente de trabalho

Criar apelidos para uma pessoa pode parecer engraçado a quem faz a brincadeira. Mas quem é o alvo da gozação nem sempre encara a situação com humor. Muito pelo contrário, store esses insultos, tadalafil na maioria das vezes, magoam, humilham e marcam a vítima para o resto da vida. O bullying, como também é conhecido esse tipo de comportamento, é praticado entre crianças, adultos, adolescentes e até idosos. Também não escolhe cor, sexo, religião ou condição financeira. Portanto, todos nós estamos sujeitos a passar por esse tipo de agressão.

“São muitas as consequências que o bullying pode causar a quem é agredido. De fobia social e transtorno de ansiedade, a pânico e depressão. É uma agressão muito séria e que mercê a atenção de todos no sentido de combatê-la”, pontua a psicóloga Mariana Parreira.

E como podemos evitar esse tipo de ação, que tanto pode ocorrer contra o nosso filho na escola ou mesmo com a gente no trabalho ou no círculo de amigos? A resposta é simples: denunciando. Procure os pais, o diretor da escola, um psicólogo. O mais importante é não se silenciar para que a situação não se agrave. O bullying deve ser combatido e jamais tolerado.

Vale lembrar que não é só quem pratica o bullying que deve ser considerado agressor. Os espectadores que não fazem nada para ajudar e ainda dão risada da vítima que está sendo humilhada são agressores tanto quanto o principal.

Agressor x vítima

Em geral, as vítimas de bullying são pessoas com autoestima baixa ou que apresentam perfil que foge aos padrões que a sociedade julga comum. Já o agressor tem perfil de pertencer a uma família desestruturada e de ter distúrbios comportamentais.

Bullying não é bobagem ou brincadeira de mau gosto. É uma agressão psicológica e até física, que deixa marcas para toda uma vida. Ajude a combatê-lo. Denuncie sempre.